Centro da Cidade e Felicidade

Centro da cidade e felicidade
 
Mentes ocupadas, olho no relógio, pressa para chegar ao trabalho, ônibus, trem, barca, van. Pressa para almoçar, restaurantes lotados, talvez ainda passar no banco ou resolver algo pessoal às pressas. Ao final do expediente correr para casa. Ônibus, trem, barca, van, talvez no caminho pegar algo no mercado para a janta. Ufa! Dia seguinte a mesma coisa…
 
Barulho, camelô, epa alguém pisou no meu pé. Era segunda, depois terça, hoje é quarta, véspera de quinta. Sexta tem chopinho. Parece que a semana foi um dia só de tão rápida. Um dia de vai e vem de tumulto e estresse. Olhares sempre para o chão senão tropeça.
 
Lanço a pergunta.
Já olhou algum dia para cima?
 
 
Talvez no meio de tudo veja que o Rio ainda é lindo e entenda por onde e para onde está indo. Que o esforço significa que é abençoado por estar empregado. E fique feliz. Sinta que há mais do que pessoas esbarrando, há vida e “alguém” lá em cima olhando por você. Agradeça.
 
É preciso deixar de ter pupilas dilatadas e enxergar nos cantos que você é feliz. Eu sei que não é fácil, é preciso ter garra. Garra para ser feliz. Desviar os pensamentos ruins quando baterem. OLHAR PARA CIMA este é o segredo. Nunca para baixo. Pode acabar sendo engolido.
 
 
‘Centro’ tenha garra, tenha centro, olhe para cima, olhe para dentro, agradeça e seja feliz. Pense, você está vivo e empregado nesse momento.
 
 
Simone Sá Pinto
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