Em momento de guerra ofereçamos uma flor.

O francês Marc Riboud é autor de fotos memoráveis, como um trabalho de 1967 em que mostra uma manifestação contra a guerra do Vietnã. A simbologia da imagem de uma mulher segurando uma flor diante das baionetas fala mais que mil palavras.
Nascido em 1923 na cidade de Lyon, na França, Riboud se tornou um dos grandes mestres da fotografia no mundo. Durante a Exposição Universal de Paris em 1937, ele realizou suas primeiras fotografias com o pequeno Vest-Pocket, que seu pai lhe deu por ocasião de seus 14 anos. De 1946 a 1948, Marc Riboud estudou engenharia na Ecole Centrale de Lyon e trabalhou em uma fábrica antes de resolver dedicar-se à fotografia. Em 1953, conseguiu publicar na revista Life a foto de um pintor da Torre Eiffel. Convidado por Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, integrou a equipe da agência Magnum. Entre 1968 e 1969, realizou reportagens no Vietnã do Sul e também na parte Norte do país, onde foi um dos fotógrafos a poder ficar lá. Foi eleito vice-presidente da Agência Magnum na Europa em 1959. Em 2009, lançou “Algérie, Indépendance”, pela editora Le Bec en l´air. Ao todo, foram 16 livros de fotografia publicados, entre eles: “Les Tibétains”, “Photographies de Marc Riboud”, “Sous les pavés”, “Marc Riboud, 50 ans de photographie”, “Capital of Heaven”, “Angkor: The Serenity of Buddhism”, “Visions of China”, “The Face Of North Vietnam”, entre outros.
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