Um País Chamado Carnaval (por Simone Sá Pinto)


“Ó quanto riso, ó quanta alegria,

Mais de mil palhaços no salão”

A população indiferente enquanto isso,

Transforma o país em um grande lixão.

Confete o ano inteiro,

Embaçando a visão.

Mais fácil assim viver na fanfarra e diversão,

Que agir e lutar diante ao horror da situação.

Ao mais longe que puder a serpentina é jogada,

Para não sujar o pé.

De fratura exposta achamos graça,

E a mão se lava para amigos que a vida embaraça.

Sem menos, sem nada,

Lixo é descartado de decomposição indeterminada

Reclamar para que?

Muito trabalho dá.

Melhor purpurina ao léu jogar,

E viver a achar que tudo a volta está a brilhar.

O esquecido é que a sujeira,

Um dia alguém terá que limpar.


A passarela do samba está prestes a desmoronar!

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