“Gay ou não Gay, eis a questão.”

Grace, saia do armário! by Simone Sá Pinto

Já ouviu falar na expressão ‘sair do armário’? Imagino que muita gente lendo sim, contudo como não tenho certeza, melhor deixar claro que não se trata de um felino que tem mania de se enfiar em meio às suas roupas decidindo sair de lá (risos).

É quase isso. Geralmente um ‘gato’ saindo do armário, ou urso também é claro. Confundiu?

Estou falando que ‘sair do armário’ é uma expressão traduzida do inglês ‘get out of the closed’, que significa uma pessoa assumir que é gay.

Para tal, essa pessoa deve ser dotada de muita garra, pois sabe que fazendo isso sofrerá opressão de ‘cobras, lagartos e lagartixas’.

Alguns ‘saem do armário’ perante seus grupos sociais, porém ainda bancam situação oposta perante a família. Coisa que poderia parecer covardia, no entanto, nem todos os pais têm a mente preparada e aberta para receber uma notícia dessas.

Conheço um caso onde o filho por tentar agir com sinceridade, ao contar para a mãe, fez com que ela ficasse realmente doente. Hoje a mesma que vivia normalmente, não diz coisa com coisa. Perambula pelas ruas.

Viver a condição gay exige muito jogo de cintura. É triste pensar que isso existe ainda nesse século. Mas existe.

Em contra ponto, quantas pessoas não deixariam de tratar seus dentes se percebessem que o dentista é gay? E a idéia maluca de que poderiam pegar AIDS na cadeira do dentista (Sim, ainda existe gente que pensa que o vírus HIV pode ser transmitido assim).

No entanto, essas mesmas pessoas, preferem que seus cabeleireiros sejam gays, por acreditarem que os tais estão melhores ‘antenados’ com a moda (conheço casos de cabeleireiros que não são, e fingem ser, para atrair clientela).

E depois não querem que eu ache que estão todos loucos.(!?!)

Radicalismo é a maior forma de burrice que conheço. As pessoas têm o direito de ser o que bem entenderem (desde que não invadam o espaço dos outros). E ninguém nesse mundo é 100% em nada. Ser radical é burrice, ser preconceituoso então: nem me faça começar…

Avaliar o caráter de alguém por gênero, raça, ou opção sexual é coisa mais primitiva que posso pensar.

Tipo: você é super inteligente, espirituoso, o melhor amigo que alguém pode contar, mas é gay – não serve.

Está bem, fica o rebate: você tem a mente vazia, é uma pessoa chata, sempre que preciso não me ajuda em nada, mas sou sua amiga (o), pois não é gay. Ai… Ai…

Já ouvi uma pessoa dizer: Posso até aceitar conviver com um gay, mas me tornar amiga (o)? De jeito algum. A convivência poderá servir de exemplo para meus filhos. (!!!)

Assunto polêmico demais geraria 259.747,9 posts, se resolvesse me aprofundar. Prefiro apenas dizer que ainda bem que meu nome começa com S, o que para bom entendedor, pingo aqui é letra.

Todo esse assunto, estou levantando por dois motivos:

Um, para que paremos de julgar a decisão sexual do próximo, pois não temos nada a ver com isso.

Dois, pois encontrei na revista ‘Super Interessante’ desse mês uma publicação um tanto intrigante, onde se os cientistas continuarem com esse estudo, irá acabar com a doideira de quem influencia quem a ‘ser Gay ou não ser, eis a questão. ’

No final das contas se chegarem à algum ponto: Todos irão ficar ‘rosa chiclete’ e eu não irei morrer, e sim, virar ‘purpurina’ ao som de YMCA (risos).

Leiam abaixo:

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