Zeca Pagodinho – Camarão sem Caô!

( Garra com a palavra, até porque já cansei. Não adianta discutir com ele mesmo… Vai dizer o que quiser… Fala ‘Ser’ do outro planeta…)

E finalmente essa pessoa que me publica, toma a consciência de me levar para sair com ela. Ainda bem que alguma coisa certa ela faz na vida. Ai, ai…

Acabo indo parar na sexta-feira passada (dia 11/02) nas Noites Cariocas em show de Zeca Pagodinho. Que sucesso! Realmente esse é dos meus… Aposto que é um Alien e tá disfarçando… (risos).

Só pode ser, pois Zeca consegue levantar e colocar samba no pé de gente de tudo quanto é gênero. Não tem essa com ele não, pode ser rico, pobre, ‘malandro ou mané’, mauricinho, gatinha, intelectual… Não importa!

Segundo papos que tive com essa que me publica, tem gente com vergonha de assumir que gosta do gingado, sabe? Estilo madames. E “Pra que discutir com Madame”?  “Madame diz que o samba democrata, é música barata sem nenhum valor, vamos acabar com o samba, madame não gosta que ninguém sambe. Vive dizendo que samba é vexame.”

Já outros, se ‘liberaram geral’, e mesmo gostando de rock and roll ‘a lá underground’, assumiram o ‘boom’ do “só danço samba, só danço samba, vai vai vai vai vai…”  Continuam (claro) ouvindo o que sempre ouviram, mas na hora de decidirem o “vai vadiar”, bancam sem o menor preconceito a filosofia de que “na minha casa todo mundo é bamba, todo mundo bebe, todo mundo samba…”.

Porém, como não estamos aqui para discutir se “samba tem cachaça, mistura de raça ou mistura de cor”, vamos logo tratando de deixar esses terráqueos perturbados de lado e falar de Jessé.  Pois, “Se um veleiro repousasse na palma da minha mão, sopraria com sentimento e deixaria seguir sempre rumo ao meu coração…” Xiiiiiiiiiiiii antena captando Jessé completamente errado… O Jessé do post em questão, é Zeca Pagodinho.

É bem verdade que Zeca, batizado Jessé Gomes da Silva Filho, ‘sopra com sentimento e deixa seguir o rumo do coração’, e foi seguindo dessa maneira que, nascido no Irajá em Del Castilho, nos provou que se usou de garra para alcançar seu sonho.

Em uma família de cinco crianças, já tocava desde cedo em rodas de samba, e na quarta-série decidiu ‘chutar o balde’ montando invejável currículo com os cargos de: feirante, camelô, office-boy, contínuo e anotador de j-o-g-o  d-e  b-i-c-h-o. Tá bom pra você?

É isso mesmo, “Camarão Que Dorme a Onda Leva…”, lema da vida dele, e título de uma de suas músicas que acabou fazendo com que, a “madrinha do samba” Beth Carvalho o notasse.

Depois de ralar “À Vera”, para ele “Hoje É Dia de Festa” sempre com sua garrafa diz: “Deixa a Vida Me Levar”… E a vida leva mesmo! Já virou tema de Copa, já ganhou prêmio de “Melhor Álbum de Samba” no Grammy de 2002, ele (o próprio) é ‘imagem ícone’ oficial da cerveja que consome e sei lá mais o que.

Resumindo: Zeca Pagodinho ‘é o cara’, tem garra, com ele não tem ‘caô’ e sim ‘Kaô’, e se ele quiser “uma prova de amor… eu dou…”

Agora o que eu quero ver é você de camelô, sem caô, virar ‘cantô’… Isso é GARRA!

Quer antenar mais sobre ele? Clica aí abaixo:

http://www.zecapagodinho.com.br/

Gostou da matéria? Clica em uma das chaves abaixo, compartilha, e ‘deixa a vida te levar’, pois ‘camarão que dorme… meu amigo, a onda leva…’ (risos).

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