Deseja mais que salário ideal? Conheça Judith DeLozier e outros palestrantes de sucesso.

A impressão de estarmos sempre trabalhando mais que obtendo horas para lazer e ou prazer é cada dia mais latente.

Hoje farei uso do texto da Assessora de Imprensa Mércia Ribeiro para explicar melhor o assunto e apresentar algumas dicas.

 

Funcionários querem bem mais do que o salário ideal (Por Mércia Ribeiro)

10º Congresso Latino-Americano de PNL abordará como a autorrealização pode liberar o potencial das equipes

 

A preocupação com a desmotivação no trabalho tem crescido e é tema de inúmeros estudos mundo afora. Os colaboradores são claros: só dinheiro não é suficiente para que trabalhem com todo o potencial que têm. E esse desengajamento gera um prejuízo de US$ 300 bilhões anuais em perda de produtividade nos Estados Unidos, segundo o Instituto Gallup. “Um passo mais do que necessário na conjuntura atual é valorizar a relação ganha-ganha, a contribuição, a prosperidade e o compartilhamento de conhecimentos”, recomenda o especialista Jairo Mancilha, que falará sobre autorrealização no 10º Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística (PNL), marcado para ocorrer entre os dias 25 e 27 de outubro, no Rio de Janeiro.

 

Em suas pesquisas, o Nobel de Economia, Daniel Kahmenan, concluiu que a partir dos US$ 6.250 o que se ganha a mais não determina que a pessoa fique mais feliz. Nessa mesma linha, o criador da neurossemântica, o americano Michael Hall, ressalta: “Ganhar dinheiro exclusivamente para ter mais dinheiro não enriquece nossa experiência interior de vida, nem nos dá mais qualidade de pensamento e sentimento”.

 

Jairo Mancilha ressalta que já está começando a caminhar no Brasil a participação nos lucros, entretanto, cabe saber que a autorrealização transcende o que o dinheiro pode comprar. É preciso buscar algo além das necessidades básicas de trabalhar para obter conforto, segurança, reconhecimento e fama, por exemplo. “A pessoa se autorrealiza quando desempenha seus significados pessoais e acrescenta ricos significados às suas performances”, destaca Mancilha, que é especialista em neurossemântica e em programação neurolinguística (PNL). Ele diz que esse é caminho ideal para ter funcionários engajados em algo que eles possam considerar significantemente importante.

 

“Uma pessoa que realiza um trabalho enfadonho, que detesta, não tem como ficar satisfeita”, comenta o especialista. Mais de 46 mil trabalhadores que ocupam cargos de médio e alto comando informaram na Pesquisa dos Executivos, feita pelo Catho Online, que os fatores que mais os motivam em suas carreiras são: o bom relacionamento com os colegas de trabalho, o reconhecimento como bom profissional, além de atuar na área que gosta.

 

Resultado está ligado à satisfação

Há indícios relevantes de que, quanto mais os funcionários estiverem satisfeitos, mais eles irão produzir com qualidade. No livro “Por que Trabalhamos”, os autores Dave e Wendy Ulrich comparam o ranking das melhores empresas para trabalhar com o retorno nas ações negociadas na Bolsa de Valores. Observaram que, no período de 10 anos, enquanto as 500 melhores empresas para trabalhar tiveram um retorno médio anual de 1,04%, o retorno para as 100 melhores foi de 6,8%.

 

A posição autoritária de exigir somente resultados já não gera efeitos positivos na produção. Não existe uma receita para estimular equipes, mas é importante perceber que toda liderança começa com a autoliderança. “Cada líder deve receber um acompanhamento profissional para agir de acordo com reflexões profundas sobre o que ele acredita, o que ele deseja. Sem falar da importância de ser congruente, autêntico e íntegro antes de iniciar qualquer incitação na equipe”, recomenda Mancilha, que é presidente do 10º Congresso Latino-Americano de PNL e diretor do Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), no Rio de Janeiro. Ele explica que o ideal é ajudar os funcionários a fecharem a lacuna entre o saber e o fazer, entre o sonhar e o executar, para que consigam ficar autorrealizados.

 

Judith DeLozier – “Diva da PNL”

10º Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística (PNL) 

Entre os dias 25 e 27 de outubro, ocorrerá o 10º Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística, com o tema PNL Evolutiva. Promovido pelo Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), terá a participação da antropóloga americana JudithDeLozier, codesenvolvedora e criadora de modelos e processos na área, desde a década de 70. A especialista falará sobre o passado, o presente e o futuro da PNL e ministrará o curso pré-congresso “PNL Generativa, a 3ª. Geração”. Será realizado no Hotel Novo Mundo, no Flamengo, Rio de Janeiro, e é voltado a todos os interessados em comportamento humano. A PNL analisa como o cérebro e a mente funcionam, além de avaliar como são criados os sentimentos, os pensamentos, os estados emocionais e como as pessoas podem direcionar e otimizar esse processo ao que desejam alcançar.

Informações e inscrições: www.congressopnl.com.br. / Increva-se já! 🙂

Lembrando que para toda mudança, toda realização é preciso desejo e muita GARRA. Abraços, Simone.

Vídeo institucional do INAp

(Nesse vídeo você vai ficar sabendo um pouco mais sobre o que é a Programação Neurolinguística, do que ela é capaz e como ela transforma a sua vida!)

 

 

 

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