Mesa Redonda (Por Simone Sá Pinto)

Mesa Redonda (Por Simone Sá Pinto)

O post de hoje, meus caros leitores, é dedicado a pessoas muito importantes em minha vida. Minha irmã, o marido dela, minha madrinha e agora a amiga de minha de minha irmã. (prefiro não citar nomes) – (Obviamente a todos os amigos que tenho, apenas hoje em especial tenho motivos para estar citando esses. Que todos os outros sintam-se incluídos nessa homenagem. Obrigada)

Venho ultimamente trazendo reflexões sobre a vida, sobre o que é caridade, sobre o que é viver dentro da ‘ordem da vida’. Amando cada coisa que se faz.

Citei em post anterior que em determinados momentos escolher esse caminho pode ser um desafio, pois estará tentando quebrar comportamentos instalados em você desde que nasceu.

Também citei que, sim dinheiro é importante para sobrevivência, e que deveríamos pensar em algo maior que isso. Dinheiro não traz felicidade. Felicidade é você quem constrói com seus atos e escolhas.

Quando se escolhe por viver o que realmente acredita e ama pode passar por desafios, mas estará sendo mais autêntico e terá em si uma verdade a ser passada para outras pessoas que estão a sua volta e outras gerações.

Falei nas ultimas semanas que caridade nem sempre é doar coisas. Doar tempo, escutar o outro, fazê-lo sorrir, etc. são formas ainda mais elevadas de caridade.

E por tudo isso hoje, eu quero agradecer as pessoas citadas acima por fazerem parte de minha vida. Cada uma a seu modo, contribui para que eu possa continuar em minha estrada. O que seria de mim se não fosse a minha irmã que sempre esquece os presentes nas datas especiais (risos), mas sabe sair correndo quando o ‘circo’ tá pegando fogo? Sabe também me entender e tomar as dores que quase tenho que fazê-la parar (risos)?

O que seria de mim se não fosse meu cunhado que ainda que o mundo esteja ‘caindo’ tem sempre uma piada na ponta da língua? Ou se vê que a coisa tá ‘braba’ mesmo, sabe escutar?

O que seria de mim se não fosse a minha madrinha? Essa coitada…. (risos) não fazia ideia de onde estava ‘amarrando a égua’ quando feliz aceitou ser madrinha daquele então fofo bebê? Grande mentora! Sem ela eu nem sequer estaria aqui escrevendo, e vivo debatendo com ela tudo o que faço. Ai, ai… Mesmo agnóstica já está com o lugar garantido no céu. (risos).

E agora essa amiga da minha irmã, pronto era quem faltava para fechar a mesa redonda: Divertida, e assim como eu costuma ser taxada de tudo sem nada ter feito por ter resolvido ser quem ela é.

Caros leitores, a intenção aqui não é apenas agradecer a todas essas pessoas. E sim mostrar a vocês que para atravessar a jornada dessa vida é preciso contar com o próximo. Seja sua família, vizinho, secretária do lar… Não importa. Necessitamos de todos para caminhar.

Essa ideia de nasce sozinho e morre sozinho ‘uma ova’. Onde estava o cirurgião e o anestesista? E quando morre? Quanta gente precisa para resolver a papelada, enterro etc. Isso é crença!

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Vamos parar com isso de uma vez por todas e entender que precisamos das pessoas para viver. E melhor, que essas pessoas na grande maioria das vezes pensam diferente de nós e precisamos respeitar. Já imaginaram se as cores primárias não se aceitassem e resolvessem discutir agora? Quantas cores e tons iríamos perder?

Muita garra e paz a todos vocês 🙂

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