Lixo? O que fazer? (Por Simone Sá Pinto)

Lixo? O que fazer? (Por Simone Sá Pinto)

A preocupação com o meio ambiente cresce a cada dia mais. Hoje o a reciclagem começa desde a pessoa que separa seu lixo em casa e segue promovendo mudanças em artesanatos, arquitetura, mobiliário entre outros. Fico contente em assistir essa mudança que aponta um início de conscientização.

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Ao conversar diretamente com uma arquiteta descubro que na maioria das vezes ao fazer seu trabalho se vê obrigada a jogar móveis novos por não ter quem vá buscar. Ao tentar me desfazer de coisas ainda úteis encontro o mesmo problema. Algum ‘gap’ está acontecendo que ainda impede que as coisas sigam aos seus lugares e assim muitas vezes são depositadas na rua.

Ao parar para pensar nisso chego à conclusão que a verdadeira reciclagem deve acontecer no Ser Humano para que possa promover a real mudança.

Enquanto o pensamento for apenas de se desfazer de coisas materiais podemos não estar indo a lugar nenhum. Em minha forma de avaliar é preciso que essa mudança seja feita no interior do Ser Humano. Começando a compreender o real motivo de sua existência que provavelmente não reside em bens materiais. Se mudarmos nossa forma de ver a vida, mudamos também à forma como pensamos no consumo e no descarte do lixo. Aí sim estaremos mudando o mundo para melhor.

Obviamente devemos continuar com a reciclagem, mas devemos em meu ponto de vista reciclar a nós mesmos também. (Veja abaixo link para site específico sobre reciclagem de materiais)

Ao ler esse texto você poderá pensar… Estou ótimo. Nada tenho a mudar, e se tenho dinheiro não vejo problema em gastá-lo o quanto e como eu desejar.

Concordo. Apenas pergunto: Tudo o que você compra é realmente necessário, ou depois enjoa e não sabe o que fazer com isso? Está comprando porque deseja ou porque está triste ou coisa parecida compensando quando adquire objetos? Costuma comprar coisas para doar a quem necessita?

A intenção dessas perguntas é fazê-lo refletir. Não me cabe julgar ninguém por seus atos. Tudo nessa vida que te faz feliz é válido.

Novamente apenas busco saber se está feliz com você mesmo. Muitas pessoas pensam estar quando na verdade estão ‘tapando o sol com a peneira’. Comprando mais do que devem, gastando mais do que devem, bebendo mais do que devem, por não conseguirem olhar para seu EU interior.

Sugiro que: Retire seu lixo mental. Ele atrapalha o que realmente importa: o aqui e agora (Poder Além da Vida/Peaceful Warrior)

Cena do filme Poder Além da Vida

Cena do filme Poder Além da Vida

Muitas vezes torna-se mais fácil fazer essa mudança com ajuda de um profissional de Coaching. (Algum que confie, ou se não conhecer pode me contatar – e-mail ou comentário no post) Profissão hoje muito conhecida e que empresas, artistas, etc. utilizam para alçarem suas metas mais facilmente.

**** O que é Coaching?

“Coaching é um processo que visa elevar a performance de um indivíduo (grupo ou empresa), aumentando os resultados positivos por meio de metodologias, ferramentas e técnicas cientificamente validadas, aplicados por um profissional habilitado (o coach), em parceria com o cliente (o coachee).” (Villela Da Matta & Flora Victoria)

o-que-e-coaching

É uma assessoria pessoal e profissional que visa potencializar o nível de resultados positivos nas diversas áreas da vida de um cliente, grupo ou empresa.

É uma parceria entre o coach (profissional) e o cliente que busca a evolução, crescimento, aperfeiçoamento, felicidade, bem-estar e o aprimoramento de sua qualidade de vida.

processo de coaching leva o cliente a buscar novos entendimentos, alternativas e opções capazes de fazer com que ele amplie suas realizações e conquistas. Este processo pode ser focado no aumento de desempenho ou na mudança, transformação e aprendizado.

Coaching é uma nova profissão. Combina prática e procedimentos distintos, visando dar suporte aos clientes para que criem uma vida ideal.

O coaching é um processo que envolve o diálogo entre o coach e seu cliente, diálogo este que tem como objetivo levar o coachee a encontrar mais satisfação em sua vida. Isso é obtido por meio de procedimentos específicos e acompanhamento contínuo, até que o cliente atinja uma determinada meta ou objetivo.

(Texto retirado da página da Sociedade Brasileira de Coaching)

RECICLOTECA: http://www.recicloteca.org.br/passo.asp

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Quem sou eu??? E quem é você????

Rock Estrela

Leo Jaime

Quem sou eu?
E quem é você?
Nessa história
Eu não sei dizer
Mas eu acredito
Que ninguém tenha vindo
Pro mundo a passeio…

De onde se vem?
Prá onde se vai?
Só importa saber prá quê
Prá quem?
Pois o destino
Transforma num dia
Um menino em herói de TV…

Um dia a gente se encontra
No meio do mundo
Depois a gente se perde
No meio de tudo
Yeah! Yeah!

Rock Estrela!
Rock Estrela!
Oh! Oh!
Rock Estrela!
Rock Estrela!
Yeah! Yeah! Yeah!

Quem sou eu?
E quem é você?
Nessa história
Eu não sei dizer
Mas eu acredito
Que ninguém tenha vindo
Pro mundo a passeio…

De onde se vem?
Prá onde se vai?
Só importa saber prá quê
E prá quem?
Pois o destino
Transforma num dia
Um menino em herói de TV…

Enquanto a gente pensa
Que sabe de tudo
O mundo muda de cena
Em menos de um segundo
Yeah! Yeah! Yeah!

Rock Estrela!
Rock Estrela!
Oh! Oh!
Rock Estrela!
Rock Estrela!
Yeah! Yeah! Yeah!

Oh! Oh! Oh!
Rock Estrela!
Rock Estrela!
Yeah! Yeah!
Rock Estrela!
Oh!
Rock Estrela!
Oh! Oh! Oh!
Rock Estrela!
Yeah! Yeah! Yeah!
Rock Estrela!
Yeah! Yeah! Yeah!

Música bastante antiga, e bem conhecida tanto pelos que gostavam na época em que fazia sucesso quanto pelos que não. Fato é que “quem sou eu e quem é você, nessa história eu não sei dizer… mas eu acredito que ninguém tenha vindo no mundo a passeio.”

E é nisso que penso quando escrevo. Para que me conheçam melhor, sou formada em Publicidade e Propaganda. Fiz Marketing e decidi mudar minha careira estudando Programação Neuroliguística e Coach a que me dedico hoje.

Para os que não me conhecem pessoalmente segue minha foto que de hoje em diante será a  foto ícone do blog.

Sem Título-2

No mais quem desejar saber o que é Coach, ou mesmo necessitar do trabalho de uma meu contato está na tela ou podem deixar nos comentários ok? Beijos.

 

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Piloto Automático?! (Por Simone Sá Pinto)

Piloto Automático ?! (Por Simone Sá Pinto)

É cada dia maior o número de carros com piloto automático. As propagandas apresentam coisas incríveis que um carro pode fazer sozinho. Entre várias, até mesmo falar. O Ser Humano é capaz de criar coisas irresistíveis para facilitar a vida. Facilitar?! De alguma forma, em meu ponto de vista, o termo ‘piloto automático’ é assustador. Apenas meu pensamento.

Se estiver em ‘piloto automático’ não estou presente no que esta realmente acontecendo. Tanto quando o termo se refere à vida, quanto no carro, não estou vivenciando a cena.

Sei, pois já estive em carro com essa função que não é bem assim, ao mesmo tempo sinto como se ao usar tal recurso o motorista estivesse sendo mais guiado que conduzindo.

Piloto automático… Será mesmo que o que está me importando é essa tal função? O termo veio a minha mente depois de observar algumas pessoas que caminham por essa estrada da vida.

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Da maneira como penso, essas preferem colocar seus problemas e frustrações no trânsito, família, trabalho, dinheiro etc… se sabotam e vivem em estado de ‘piloto automático’, onde os dias vão passando e as mesmas não percebem que a vida pertence a elas e só elas são capazes de promover a mudança. Não adianta colocar a culpa em movimentos exteriores.

Reflito na necessidade dessas pessoas olharem para seu EU interior, ao invés de passarem a vida desacordadas, vivendo em ‘piloto automático’ no estilo “… deixa a vida me levar, vida leva eu…”(Zeca Pagodinho)

Nem Zeca Pagodinho deixou a vida o levar, lutou para alcançar seus sonhos e agora está envolvido com o desastre de Xerém.

Em minha forma de pensar, até concordo que deveríamos ‘deixar a vida nos levar’ no que se refere a desapego, confiar na mente inconsciente, e se é de seu feitio em um Criador. Agora ‘deixar a vida te levar’, no sentido de deixar o barco correr e não formular metas, não trabalhar para alcançar provavelmente vai é acabar cantando outra coisa – “Oh! insensato destino prá que? Tanta desilusão no meu viver. Eu quero apenas ser feliz ao menos uma vez…” (Também cantada por Zeca Pagodinho)

– Você é o maior responsável por sua felicidade e não os outros.

Minha dica? Viva o aqui e agora. Escolha metas pensando se as mesmas são porque você ama ou para agradar a outro. Tenha certeza de fazer um pouco de cada coisa que gosta na vida. Mergulhar em uma coisa só pode te deixar cansado até do que ama.

E principalmente DESLIGUE O PILOTO AUTOMÁTICO!!!

Dirija o carro da sua vida e tenha certeza de quem são as pessoas a que está dando carona. Estas podem te dar dicas de um bom atalho, ou ajudar a se perder.

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Morto-Vivo! Bela Lugosi’s Dead? (Por Simone Sá Pinto)

Morto-Vivo! Bela Lugosi’s Dead? (Por Simone Sá Pinto)

“Bela Lugosi’s Dead, undead, undead ,undead, undead….”

Na juventude de minha adolescência conheci essa música, e não posso mensurar o quanto cantei e dancei a mesma. Já tive o vinil e hoje possuo o cd da banda Bauhaus.

Hoje pela manhã acordei com esse trecho na cabeça. E com maior experiência de vida parei então para analisar tanto a vida de Béla Lugosi, como a letra da música.

Se pensarmos em filmes de terror, ou mesmo na letra como morto-vivo, ficaremos espantados e diremos que isso não tem nada de positivo.

Em meu ponto de vista de tanto conhecer a letra, e hoje resolver pensar nela, consigo ver o oposto.

Abaixo posto a letra, minha interpretação, um pouco da vida de Béla e o vídeo com a música. Espero que gostem, e com isso percebam que tudo a nossa volta depende do ponto de vista.

 

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Letra traduzida da música:

 

Bela Lugosi’s Dead (Bela Lugosi Está Morto)

Bauhaus

 

Branco em translúcidas brancas capas negras

De volta ao passado

Bela Lugosi está morto

Os morcegos deixaram a torre do sino

As vítimas foram sangradas, veludo vermelho bordeia o caixão negro

Bela Lugosi está morto

Bela Lugosi está morto

Morto-vivo morto-vivo morto-vivo

Morto-vivo morto-vivo morto-vivo

 

A fila de noivas virgens passaram por sua tumba

Coberta de flores mortas pelo tempo, desoladas no desabrochar mortal

Sozinho numa sala escura, o conde

Bela Lugosi está morto

Bela Lugosi está morto

Bela Lugosi está morto

Morto-vivo morto-vivo morto-vivo

Morto-vivo morto-vivo morto-vivo

Morto-vivo

 

Oh, Bela! Bela é um morto-vivo

 

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Meu ponto de vista sobre a letra:

 

Branco na capa negra demonstrando equilíbrio para voltar ao passado e encarar a morte de seu passado. Finalmente a percepção de como mencionou Cazuza “olhei a cara da morte e ela estava viva” (Cazuza – Boas Novas). A letra fala disso o tempo todo, do rompimento de algo a que ele estava preso e finalmente conseguiu se libertar se tornando hoje o morto-vivo.

Morto-vivo no caso seria uma espécie de sinônimo do que postumamente foi dito por Cazuza. Ou seja, sim ele está morto, muita coisa morreu (coisas não adequadas a seu verdadeiro EU), porém vivo para coisas novas.

 

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Quem Foi Béla Lugosi…

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O mais jovem dos quatro filhos de um banqueiro, Béla Lugosi começou a sua carreira nos palcos da Europa em várias peças de William Shakespeare. Mas, no entanto tornou-se famoso pelo seu papel de Drácula numa encenação da clássica história de vampiro de Bram Stoker, e teve como especialidade os filmes de horror.

Béla Lugosi fugiu de casa com 11 anos, abandonou a escola e engajou-se no trabalho de mineração. Na adolescência começou a atuar em pequenas companhias teatrais. O caminho mais comum o guiou do teatro para o cinema mudo húngaro, atuando com o nome artístico de Arisztid Olt. Porém, teve que interromper seu início de atividades no cinema graças à Primeira Guerra Mundial. Há boatos de que ele tenha sido ferido três vezes, assim causando sua futura dependência em morfina para aliviar as dores que seguiram por sua vida inteira. Há também uma versão que diz que ele conseguiu ser liberado do serviço se passando por louco.

Ao ser liberado do serviço militar, teve uma vida conturbada. Fez cerca de 12 filmes, casou-se pela primeira de cinco vezes e saiu da Hungria por conta das suas opiniões políticas. Ele se refugiou na Alemanha, mas passou pouco tempo no país e foi para o país onde conseguiu alcançar a fama: os Estados Unidos. Béla participou do teatro na comunidade húngaro-americana, e após algum tempo ganhou a oportunidade de interpretar Drácula numa adaptação teatral escrita por John Balderston.

Sua interpretação única e assustadora nesta peça foi que abriu as portas para seu estrelato no cinema. O diretor Tod Browing descobriu e o chamou para interpretar o vampiro em sua versão cinematográfica de Drácula. Este papel deu estrelato a Lugosi, mas ao mesmo tempo o marcou como “um ator de um só papel”.

Béla fez vários outros filmes de horror, como também de outros gêneros. Dentre os de horror, merecem destaque Murders in the Rue Morgue, The Raven, Mark of Vampire, dentre outros. Porém, o ator não conseguiu estabilidade no cinema, e passou a partir de meados da década de 30 a atuar em filmes baratos. Ainda conseguiu papéis bons como em Son of Frankenstein,The Ghost of Frankstein, The Corpse Vanishes, etc…  Porém, estereotipado como “Drácula”, e seguindo o mesmo declínio do gênero na década de 40, no qual os monstros clássicos protagonizavam filmes em que se enfrentavam ou comédias, Bela ficou desempregado.

Foi descoberto por Ed Wood, que gravou alguns filmes com Bela (inclusive Ed Wood arcou com vários custos de internação de Bela, consumido pelo vício em morfina).

O último filme de Béla Lugosi foi Plan 9 from Outer Space de Ed Wood. Porém Bela filmou somente uma semana, falecendo no dia 16 de agosto de 1956. Bela foi sepultado com o traje de Drácula a pedido do seu filho e da sua quarta esposa, no cemitério de Holy Cross na cidade de Culver City, na Califórnia. Contrariando a crença popular, Lugosi nunca teria pedido para ser sepultado com o traje tendo deixado essa decisão ao filho e à esposa; Béla Lugosi, Jr. confirmaria em várias ocasiões que ele e a sua mãe teriam tomado a decisão.

O Horror perdia assim um de seus maiores ícones.

Mas Bela Lugosi continua vivo na memória dos fãs do gênero, tendo sido interpretado por Martin Landau,ganhador do Oscar por este papel, no filme “Ed Wood” de Tim Burton.

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Link para a música:

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Quadrados? (Simone Sá Pinto) & Mondrian

Quadrados? (Simone Sá Pinto)

Quatro lados iguais

Símbolo de perfeição poderia assim ser

Mas não,

Aquele que mente aberta não possui

Chamado de quadrado o é

Para no tempo

Deixa a vida levar no relento

Perfeição não há

Aprender a ser círculo, hexágono, triângulo, retângulo…

Passear por entre as formas sendo abertos e mutáveis

Completos de erros e acertos admiráveis

Permitir para o EU olhar

Saber que dividir é somar

Entender que respeito deve haver em pensamentos diferenciados

Descer de nossas fortalezas e aceitar força e fraqueza

Equilíbrio caminho é

Exagero tanto para um lado quanto para outro é exaspero

Clamo por reciclagem do ser humano

Por amor e compreensão sem distinção.

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Pieter Cornelis Mondrian, geralmente conhecido por Piet Mondrian (Amersfoort7 de Março de 1872 – Nova Iorque1 de Fevereiro de 1944) foi um pintor Holandês modernista. Participou do movimento artístico Neoplasticismo e colaborou com a revista De Stijl.

A fase de sua obra, mais popularmente difundida, se caracteriza por pinturas cujas estruturas são definidas por linhas pretas ortogonais (o uso de diagonais induziria a percepção a ver profundidade na tela). Essas linhas definem espaços que se relacionam de diferentes modos com os limites da pintura, e que podem ou não serem preenchidos com uma cor primária: amarelo, azul e vermelho, decisão que mostra sua estreita relação com as teorias estéticas da Bauhaus e da Escola de Ulm, e que definem pesos visuais diferentes para esses espaços. Os blocos de cor, pintados de modo fosco e distribuídos assimetricamente, reforçam a ideia de um movimento superficial que se estende perpetuamente, indicando que o pintor investia na percepção de sua obra como uma abstração materialista e sem profundidade, criticando a pintura histórica enquanto produzia uma abstração racionalista, espiritualista e, sobretudo concreta do mundo. Sua obra, muitas vezes copiada, continua a inspirar a arte, o design, a moda e a publicidade que a apropriam como design, sem necessariamente levar em conta sua fundamental e filosófica recusa à imagem.

Em 1930, Lola Prusac estilista da Casa HERMES criou uma linha completa de bolsas e malas que são inspiradas directamente das obras de Mondrian com cortes vermelhos, amarelos e azuis. (fonte:Wikipédia)

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Se avaliarmos a fase mais popularmente difundida da obra de Mondrian, perceberemos que enquanto produzia assimetricamente e reforçava a ideia de um movimento superficial se estendendo perpetuamente, tal obra criticava a pintura histórica sim, no entanto produzia uma abstração racionalista, espiritualista e concreta do mundo, chegando a inspirar publicidade, moda, e a filosófica recusa a imagem.

Quando pensamos nisso de perto e cautelosamente, vemos que algumas coisas se assemelham com o que acabei de escrever. Em meu texto falo sobre formas, e o quanto aquele que se julga perfeito em meu ponto de vista é quadrado, e da necessidade de recusa de imagem assumindo seu verdadeiro EU. Só desta maneira através do que Mondrian coloca como abstração racionalista e que eu estou colocando como equilíbrio, percebo ser possível saber o que realmente é o amor e como respeitar a opinião do próximo que possui uma ‘forma’ diferente de pensar.

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Deseja mais que salário ideal? Conheça Judith DeLozier e outros palestrantes de sucesso.

A impressão de estarmos sempre trabalhando mais que obtendo horas para lazer e ou prazer é cada dia mais latente.

Hoje farei uso do texto da Assessora de Imprensa Mércia Ribeiro para explicar melhor o assunto e apresentar algumas dicas.

 

Funcionários querem bem mais do que o salário ideal (Por Mércia Ribeiro)

10º Congresso Latino-Americano de PNL abordará como a autorrealização pode liberar o potencial das equipes

 

A preocupação com a desmotivação no trabalho tem crescido e é tema de inúmeros estudos mundo afora. Os colaboradores são claros: só dinheiro não é suficiente para que trabalhem com todo o potencial que têm. E esse desengajamento gera um prejuízo de US$ 300 bilhões anuais em perda de produtividade nos Estados Unidos, segundo o Instituto Gallup. “Um passo mais do que necessário na conjuntura atual é valorizar a relação ganha-ganha, a contribuição, a prosperidade e o compartilhamento de conhecimentos”, recomenda o especialista Jairo Mancilha, que falará sobre autorrealização no 10º Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística (PNL), marcado para ocorrer entre os dias 25 e 27 de outubro, no Rio de Janeiro.

 

Em suas pesquisas, o Nobel de Economia, Daniel Kahmenan, concluiu que a partir dos US$ 6.250 o que se ganha a mais não determina que a pessoa fique mais feliz. Nessa mesma linha, o criador da neurossemântica, o americano Michael Hall, ressalta: “Ganhar dinheiro exclusivamente para ter mais dinheiro não enriquece nossa experiência interior de vida, nem nos dá mais qualidade de pensamento e sentimento”.

 

Jairo Mancilha ressalta que já está começando a caminhar no Brasil a participação nos lucros, entretanto, cabe saber que a autorrealização transcende o que o dinheiro pode comprar. É preciso buscar algo além das necessidades básicas de trabalhar para obter conforto, segurança, reconhecimento e fama, por exemplo. “A pessoa se autorrealiza quando desempenha seus significados pessoais e acrescenta ricos significados às suas performances”, destaca Mancilha, que é especialista em neurossemântica e em programação neurolinguística (PNL). Ele diz que esse é caminho ideal para ter funcionários engajados em algo que eles possam considerar significantemente importante.

 

“Uma pessoa que realiza um trabalho enfadonho, que detesta, não tem como ficar satisfeita”, comenta o especialista. Mais de 46 mil trabalhadores que ocupam cargos de médio e alto comando informaram na Pesquisa dos Executivos, feita pelo Catho Online, que os fatores que mais os motivam em suas carreiras são: o bom relacionamento com os colegas de trabalho, o reconhecimento como bom profissional, além de atuar na área que gosta.

 

Resultado está ligado à satisfação

Há indícios relevantes de que, quanto mais os funcionários estiverem satisfeitos, mais eles irão produzir com qualidade. No livro “Por que Trabalhamos”, os autores Dave e Wendy Ulrich comparam o ranking das melhores empresas para trabalhar com o retorno nas ações negociadas na Bolsa de Valores. Observaram que, no período de 10 anos, enquanto as 500 melhores empresas para trabalhar tiveram um retorno médio anual de 1,04%, o retorno para as 100 melhores foi de 6,8%.

 

A posição autoritária de exigir somente resultados já não gera efeitos positivos na produção. Não existe uma receita para estimular equipes, mas é importante perceber que toda liderança começa com a autoliderança. “Cada líder deve receber um acompanhamento profissional para agir de acordo com reflexões profundas sobre o que ele acredita, o que ele deseja. Sem falar da importância de ser congruente, autêntico e íntegro antes de iniciar qualquer incitação na equipe”, recomenda Mancilha, que é presidente do 10º Congresso Latino-Americano de PNL e diretor do Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), no Rio de Janeiro. Ele explica que o ideal é ajudar os funcionários a fecharem a lacuna entre o saber e o fazer, entre o sonhar e o executar, para que consigam ficar autorrealizados.

 

Judith DeLozier – “Diva da PNL”

10º Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística (PNL) 

Entre os dias 25 e 27 de outubro, ocorrerá o 10º Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística, com o tema PNL Evolutiva. Promovido pelo Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), terá a participação da antropóloga americana JudithDeLozier, codesenvolvedora e criadora de modelos e processos na área, desde a década de 70. A especialista falará sobre o passado, o presente e o futuro da PNL e ministrará o curso pré-congresso “PNL Generativa, a 3ª. Geração”. Será realizado no Hotel Novo Mundo, no Flamengo, Rio de Janeiro, e é voltado a todos os interessados em comportamento humano. A PNL analisa como o cérebro e a mente funcionam, além de avaliar como são criados os sentimentos, os pensamentos, os estados emocionais e como as pessoas podem direcionar e otimizar esse processo ao que desejam alcançar.

Informações e inscrições: www.congressopnl.com.br. / Increva-se já! 🙂

Lembrando que para toda mudança, toda realização é preciso desejo e muita GARRA. Abraços, Simone.

Vídeo institucional do INAp

(Nesse vídeo você vai ficar sabendo um pouco mais sobre o que é a Programação Neurolinguística, do que ela é capaz e como ela transforma a sua vida!)

 

 

 

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Ser feliz é possível? – Tristeza |Toquinho

Ser feliz é possível? (Simone Sá Pinto / participação: Kau Mascarenhas)

A grande maioria passa a vida em busca da felicidade. Muitos já entraram em acordo consigo que este é um estado inexistente.

Levando-se em consideração que nossa vida sim é feita de desafios e que muitas vezes desejamos algo e não obtemos, ou nossos planos são assaltados por situações inesperadas como: doenças, desemprego etc. poderíamos achar mesmo que essa tal felicidade é algo que só é possível em filmes, novelas e contos de fadas.

Já se alterarmos a nossa forma de pensar e avaliar as situações veremos que sim essa tal felicidade depende exclusivamente de nós mesmos. Não me refiro certamente à felicidade encantada, mas a felicidade de uma forma real.

Para melhor explicar o assunto hoje farei uso das palavras do Consultor em Desenvolvimento Humano Kau Mascarenhas que concedeu uma entrevista domingo dia 15 aos voluntários da UniSpiritus.

Com a palavra Kau:

Por que muitas pessoas quase surtam diante de pequenas mudanças?

(Dirce Mendonça)

Kau: Algumas pessoas não surtam “quase”, elas surtam completamente diante de realidades que propõem transformação.

É comum existir um padrão de busca do equilíbrio e da serenidade como prerrogativas para uma vida feliz. Entretanto, a vida é repleta de intercorrências que a movimentam e trazem ao ser humano muitas possibilidades de crescimento pela diversidade.

Algo novo que chega aumenta a complexidade em vários contextos, sejam eles profissionais, pessoais ou no âmbito dos relacionamentos. Essa é uma forma de aprender através do caos até que surja uma nova ordem.

Há muita gente que introjetou a crença de que para ser feliz tudo tem que estar na mais perfeita ordem, e esquece de ser feliz quando se apresenta a miríade de emoções humanas — “demasiadamente humanas”, como diria Nietzsche.

Podemos ser felizes mesmo quando estamos tristes, ou com raiva, ou com medo, por exemplo. Creio que aqueles que surtam diante das transformações têm crenças rígidas de que uma vida feliz é como um lago eternamente tranquilo, quando na verdade ela é um mar cheio de marés diferentes e ondas de tamanhos variados.
****

A pergunta acima é apenas uma das várias respondias por ele no dia. Quem tiver interesse em ler a matéria completa segue o link: http://www.entremediuns.com.br/2012/04/com-palavra-kau-mascarenhas.html?spref=fb

Meu forte abraço de paz e harmonia com desejo de GARRA para ir em busca da sua felicidade.

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Música para ilustrar:

Tristeza | Toquinho

Dica: Mande a tristeza embora e volte a cantar!

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